A importância das centrais no Vôlei Feminino atual (10/08/09, 21h30min)
Na atualidade, o trabalho das meios-de-rede é cada vez mais importante. Nenhuma equipe sobrevive apenas com jogadas pelas pontas; são importantes as bolas altas com as opostas e as ponteiras, que, hoje em dia, também participam de jogadas mais rápidas, mas o desempenho das centrais é vital, tanto no bloqueio quanto no ataque. As bolas de velocidade, chutadas e de tempo, dificultam a armação do sistema defensivo adversário, chamando a atenção de bloqueadoras e liberando as bolas de ponta.
Prova dessa importância é a posição ocupada pela central chinesa, Ming Xue, no ranking de atacantes do Grand Prix. A jovem de 22 anos e 1,93 m é a primeira colocada com 47,93% de aproveitamento. Sem contar que ela também é a melhor bloqueadora. No último confronto entre brasileiras e chinesas, Xue mostrou vasto repertório, atacando bolas de tempo esquerda, tempo direita e até uma espetacular bola de dois tempos.
Cada vez mais, o Voleibol pede atletas altas e ágeis para essa posição. É importante que as jogadoras tenham mais de 1,90 m e sejam velozes. Mulheres com menos de 1,90 m começam a ficar baixinhas para os padrões internacionais. É a evolução do esporte.
E o Brasil conta com jogadoras assim: Fabiana, Carol Gattaz e Taisa têm estatura privilegiada e têm boa performance nas competições que disputam. No último Torneio de Montreux, por exemplo, Carol foi a melhor bloqueadora.

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