Archive for the 'Basquete' Category
November 17th, 2009 by Jorge Kadowaki
Já próximo do fim da fase de classificação, o Paulista de Basquete Masculino mostra bastante equilíbrio entre os 6 primeiros times da classificação. Integrantes do NBB, Vivo/Franca, Paulistano/Amil, Pinheiros/Sky, Amigão/Andorinha/AMEA/Assis, São José/Unimed/Vinac e GRSA/Itabom/Bauru estão classificados para os playoffs, enquanto disputam a liga nacional em paralelo.
Na disputa pelas duas outras vagas remanescentes, há outro time do NBB, o Palmeiras/Lupo/Araraquara, atualmente na oitava posição. Contra ele, quase todos os outros times lutam por uma das vagas, exceto o jovem time de Americana.
O destaque da semana vai para o clássico Franca x Assis que será disputado uma vez mais em Novembro e no Pedrocão. Há duas semanas, os donos da casa batiam a equipe assisense por 74 x 63, com excelentes atuações do veterano Rogério Klafke (Franca) e do americano John Thomas (Assis).
Confira abaixo a classificação até o momento.
|
CLASSIFICAÇÃO
|
|
CLAS
|
EQUIPE
|
PT
|
JOGOS
|
VIT
|
DER
|
PPRO
|
PCON
|
AVERAGE
|
|
1º
|
VIVO/FRANCA BASQUETE
|
37
|
21
|
16
|
5
|
1794
|
1615
|
1,1108
|
|
2º
|
PAULISTANO/AMIL
|
36
|
21
|
15
|
6
|
1746
|
1608
|
1,0858
|
|
3º
|
PINHEIROS/SKY
|
33
|
21
|
12
|
9
|
1846
|
1788
|
1,0324
|
|
4º
|
AMIGÃO/ANDORINHA/AMEA/ASSIS
|
32
|
20
|
12
|
8
|
1573
|
1562
|
1,007
|
|
4º
|
A.E.S.JOSÉ/UNIMED/VINAC
|
32
|
19
|
13
|
6
|
1580
|
1421
|
1,1119
|
|
4º
|
GRSA/ITABOM-BAURU B.T.
|
32
|
19
|
13
|
6
|
1570
|
1469
|
1,0688
|
|
7º
|
METODISTA/SÃO BERNARDO
|
28
|
19
|
9
|
10
|
1595
|
1671
|
0,9545
|
|
7º
|
PALMEIRAS/LUPO/ARARAQUARA
|
28
|
20
|
8
|
12
|
1499
|
1536
|
0,9759
|
|
9º
|
APABA/SANTO ANDRÉ
|
27
|
20
|
7
|
13
|
1600
|
1690
|
0,9467
|
|
9º
|
FLEXTRONICS/L.S.B./P.M.SOROCABA
|
27
|
20
|
7
|
13
|
1434
|
1550
|
0,9252
|
|
9º
|
RIO CLARO F.C./SEME
|
27
|
19
|
8
|
11
|
1514
|
1553
|
0,9749
|
|
12º
|
XV/COSAN/BOM PEIXE/ AMHPLA/SELAM
|
25
|
19
|
6
|
13
|
1491
|
1579
|
0,9443
|
|
13º
|
A.E. AMERICANA BASKETBALL
|
23
|
20
|
3
|
17
|
1466
|
1666
|
0,88
|
November 12th, 2009 by aga
Sempre fui apaixonado por arbitragem. Durante minha carreira esportiva apitei jogos de basquete, futsal, vôlei, mas foi no futebol de campo que atuei profissionalmente na década de 80, após formar-me no curso oficial da Federação Paulista de Futebol. Aliás, curso ministrado pelo saudoso jornalista e fundador da Escola de Árbitros da FPB, Flávio Iazetti, pelo professor Mario Fransciscon e pelo ex-árbitro, já falecido, Dulcídio Wanderley Boschilia. Como não dava para conciliar as atividades de técnico de basquete e de árbitro, deixei, a contra gosto, de atuar profissionalmente como árbitro. Na época, para não deixar totalmente a arbitragem, fundei um departamento de árbitros na cidade de Casa Branca, que atuava em diversas cidades da região da Média Mogiana.
Fiz esta pequena introdução porque vou discorrer a respeito de um tema que causa muita discussão no meio esportivo, gera polêmica, controvérsia, protestos, insinuações e às vezes muita revolta. Veja o estrago que causou a arbitragem do gaúcho Carlos Eugênio Simon e a reação do presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Beluzzo, um economista renomado, mas que pela atuação do árbitro perdeu totalmente a paciência e a razão. Entendo que ser árbitro não é uma profissão fácil, o técnico erra, jogador erra, dirigentes erram, mas quando um árbitro erra, a repercussão é a pior possível. Quem de nós até hoje não chamou um árbitro de “juiz ladrão”, ou “tá na gaveta”, “caseiro”, etc. Particularmente, carrego uma dúvida que quero compartilhar neste artigo: quem acompanha as diversas modalidades esportivas nota que periodicamente as regras vão se modernizando, tornando-se mais atrativas e interessantes.
Um exemplo de mudança de regra que fez muito bem para a modalidade foi as que foram introduzidas no vôlei e no futsal. No futebol, as regras são elaboradas pela International Football Association Board (IFAB), orgão fundado em 1882 com o objetivo de ser um fórum permanente de regulamentação das regras, que se reune duas vezes por ano para discutir, elaborar e propor eventuais mudanças nas regras do jogo. Infelizmente, o que notamos é que as mudanças acontecem de forma lenta, sem inovações importantes, alterando muito pouco o dinamismo do jogo, deixando o futebol com regras ultrapassadas e que limitam o brilhantismo que ele poderia ter. Assisto vários programas esportivos e não vejo nenhum jornalista tocar neste assunto, ficando todos coniventes com atitudes medíocres, até ridículas, que acontecem num jogo de futebol por conta da falta de modernização das regras, como por exemplo, jogador simular contusão, fazer a tradicional “cera” para cobrar uma falta, técnico fazer uma substituição faltando alguns segundos para terminar o jogo ou o sumiço dos gandulas.
Tudo isso seria evitado e o jogo se tornaria mais dinâmico se uma partida fosse disputada em dois tempos de 30 minutos cronometrados. Outra mudança importante seria marcar impedimento somente dentro da grande área, aumentando a possibilidade das equipes marcarem mais gols. A introdução do cartão azul que teria como pena a substituição imediata do jogador que cometeu a infração também seria uma idéia interessante e até o aumento de substituições, dando a opção para que o goleiro reserva substitua o titular em qualquer situação do jogo, não precisando que um jogador de outra posição tenha que ir para o gol. Veja que situação ridícula: se tem um goleiro no banco de reservas porque ele não pode entrar para substituir o goleiro que se machucou ou foi expulso? Não fica parecendo uma situação estranha?
Mas, quem tem que dar a resposta para todas estas indagações são as pessoas envolvidas diretamente no futebol: dirigentes de clubes, federações, confederações, da FIFA, técnicos, jogadores, árbitros, jornalistas, torcedores, etc. Escrevo este artigo apenas com a intenção de palpitar a respeito das regras de futebol, mas se tivesse o poder de modificá-las, já teria feito todas as mudanças citadas acima. Saudações rubro-negras.
Marco Antonio Aga.
October 31st, 2009 by aga
Dia 30 de outubro, no Esporte Clube Pinheiros, foi realizada a festa de abertura da segunda edição do NBB (Novo Basquete Brasil), promoção da LNB (Liga Nacional de Basquete), com apoio da Rede Globo de Televisão. O evento contou com a presença de jogadores e técnicos das equipes participantes, de setores da imprensa e de diversas autoridades, com destaque para o presidente do Esporte Clube Pinheiros, Antônio Moreno Neto, o presidente da CBB, Carlos Nunes, o presidente da FPB, Toni Chakmati, o presidente da LNB, Kouros Monadjemi e Luiz Fernando Lima, diretor da Rede Globo. A temporada começa dia 01 de novembro e termina em maio de 2010. As 14 equipes participantes são: Clube de Regatas Flamengo (RJ), São José/Unimed/Vinac (SP), Paulistano/Amil (SP), Pinheiros/Sky (SP), Araraquara/Palmeiras (SP), Vivo/Franca (SP), Amigão/Andorinha/Assis (SP), GRSA/Itabom/Bauru (SP), Universo/BRB/Financeira (DF), Pitágoras/Minas (MG), Saldanha da Gama (ES), Cetaf/UVV/Garoto (ES), Londrina (PR) e Ciser/Araldite/Univille/Joinville (SC).
Temos treze times representando seis estados brasileiros e um o Distrito Federal. As rodadas acontecerão na sexta feira à noite e no domingo de manhã. Como cada equipe pode ter no seu elenco três jogadores estrangeiros, o 2º NBB começa com 16 jogadores estrangeiros em quadra. Uma novidade interessante será a disputa de um play-off entre o 5º e o 12º lugares, que acontecerá antes dos play-offs quartas de finais, dando oportunidade para que mais equipes participem da fase mais importante do campeonato. Até o término do campeonato paulista, o NBB terá apenas uma rodada por semana, com jogos realizados no domingo de manhã. Atualmente o NBB é o mais importante campeonato nacional realizado no país, a primeira edição foi considerada um sucesso, terminando com uma ótima repercussão perante a imprensa e os esportistas brasileiros.
Na festa de abertura, além do discurso de algumas autoridades presentes, o que merece destaque foi a mensagem do presidente da LNB, Kouros Monadjemi, que aproveitou a oportunidade para pedir que os clubes de basquete do Brasil comecem a profissionalizar a gestão do esporte. O 2º NBB começa com quatro equipes favoritas ao título: Universo/Brasilia, C.R. Flamengo, Vivo/Franca e Pitágoras/Minas. Temos ainda outras quatro equipes que têm tudo para realizar uma boa campanha: São José/Vinac, Paulistano/Amil, Pinheiros Sky e Ciser/Araldite/Joinville. As seis equipes restantes podem surpreender e deixar o campeonato bem atrativo e equilibrado: Araraquara/Pameiras, Amigão/Andorinha/Assis, GRSA/Bauru, Cetaf/Garoto, Londrina e Saldanha da Gama. Independentemente de quem seja campeão, uma coisa é certa, depois da primeira edição, dos preparativos para esta que está se iniciando, afirmo com tranquilidade que o grande vencedor de tudo o que vem acontecendo atualmente é o basquete brasileiro. A primeira etapa já foi vencida e com muito sucesso e competência.
O NBB tem visibilidade, retorno de mídia para os patrocinadores, apoio da imprensa, credibilidade, disciplina e organização. Agora, é dar continuidade ao trabalho, fazendo com que o segundo NBB seja bem melhor do que o primeiro, tanto dentro quanto fora das quadras. No dia da fundação da Liga, em 01 de agosto de 2008, muitas idéias, propostas e soluções foram discutidas, muitas delas já foram colocadas em prática, aliás, com muito sucesso e competência, precisamos agora é buscar parcerias com empresas especializadas em transporte aéreo e hotelaria para facilitarmos e baratearmos os custos das equipes participantes. Quero terminar parabenizando a diretoria da LNB e todos seus profissionais pela excelente administração, comprovando de que quando as coisas são feitas com capacidade, competência, sabedoria e planejamento, tudo se torna mais fácil e exemplar.
Marco Antonio Aga
October 23rd, 2009 by aga
Mesmo aqueles que não são adeptos ao esporte ou fãs do Governo Lula, são obrigados a reconhecer que foi emocionante e empolgante a escolha do nosso país para sediar a Olimpíada de 2016. Há algumas décadas seria uma utopia ou até mesmo um sonho quase impossível de ser realizado imaginar que o Brasil seria escolhido para sediar uma edição da Copa Mundo de Futebol ou dos Jogos Olímpicos. Confesso que senti um arrepio na espinha, um nó na garganta, um início de lacrimejar nos olhos e um sentimento de orgulho por ser brasileiro e ver a cidade do Rio de Janeiro vencer cidades como Chicago (EUA), Tóquio (Japão) e Madri (Espanha).
Penso que esta emoção e alegria também foram sentidas pelos nossos políticos, dirigentes esportivos, atletas e personalidades ilustres que estiveram presentes na cerimônia em Copenhague, na Dinamarca. Depois das comemorações, temos agora que trabalhar bastante para fazer de nosso país uma verdadeira potência esportiva, ou quem sabe até, com seriedade, investimento e planejamento, nos tornarmos uma futura potência olímpica. O esporte em qualquer país desenvolvido do Mundo é um instrumento excepcional para transformar e melhorar a vida das pessoas, podendo inclusive criar métodos de ensinos diferenciados, colaborando significamente na educação e na formação do caráter de nossa juventude.
O esporte é capaz de salvar vidas humanas. Conheço muitos exemplos no Brasil que comprovam o que estou dizendo. O que tem que ser feito agora é realmente colocar o esporte como prioridade. Nesse momento, quantas “medalhas de ouro” nós poderíamos distribuir para as pessoas que se esforçaram em trazer para o Brasil os dois eventos esportivos mais importantes do planeta, em especial, ao Presidente Lula, que se esforçou pessoalmente e politicamente para que tudo isso tenha acontecido. Critiquei em artigos anteriores que, infelizmente, até hoje, não tivemos governantes que realmente colocassem o esporte como prioridade ou políticos que se preocupassem de fato em criar leis de incentivos fiscais para as empresas investirem no esporte brasileiro.
Este assunto novamente tem tomado meu pensamento neste momento em que seremos sede de uma Olimpíada. Na Olimpíada da China tivemos uma participação sem brilhantismo, mesmo competindo com 277 atletas (145 homens e 132 mulheres), em 32 modalidades, mas conquistamos apenas três medalhas de ouro: César Cielo (natação), Maurrem Maggi (atletismo) e no vôlei de quadra feminino. No total foram apenas quinze medalhas (três de ouro, quatro de prata e oito de bronze), comprovando mais uma vez que não levamos realmente o esporte brasileiro a sério. Até quando vamos viver de heróis como César Cielo e Maurrem Maggi. Podemos ter muito mais atletas medalhistas olímpicos.
Espero que a partir de agora o esporte brasileiro comece a ser tratado como investimento, não como despesa. Investimento no ser humano, na criança, no jovem, no adulto, na formação de talentos e atletas de alto rendimento. Temos que investir em projetos, pesquisas, treinamentos, centros esportivos, equipamentos, etc. Governantes que acreditam que o esporte faz bem para o seu povo não medem esforços econômicos para superar metas, obstáculos e ganhar várias “medalhas de ouro”, não só olímpica, mas também na área da saúde, da educação e do bem-estar das pessoas. Vivemos hoje, o clima olímpico, temos que aproveitar este momento para cobrar de nossos políticos uma verdadeira “revolução” esportiva no Brasil inteiro. Não fique de fora dessa luta. Participe!
Marco Antonio Aga
October 15th, 2009 by aga
A Federação Paulista de Basketball (FPB) promove dois campeonatos regionais adultos, masculino e feminino, os mais importantes do nosso país. Há vários anos as duas competições são transmitidas ao vivo pela ESPN-Brasil. Todos são unânimes em afirmar que a emissora dá um show de transmissão e cobertura durante toda a competição, elevando e divulgando de maneira significativa o basquete paulista para todo o território brasileiro. O primeiro jogo transmitido este ano no paulista foi entre Assis Basket e Vivo/Franca, um clássico do Interior do Estado de São Paulo. Recentemente, as duas finais do basquete (masculino e feminino) dos Jogos Abertos do Interior foram transmitidas ao vivo para todo o país.
A ESPN comemora 20 anos de atividade no Brasil, com dois canais exclusivos de esporte, levando suas imagens para mais de três milhões de lares brasileiros. No mundo são mais de 300 milhões de domicílios em aproximadamente 190 países. Além de transmitir vários campeonatos de basquete (Sul-Americano, Copa América, Euro-Liga, Euro-Basket, Mundial, etc.), a ESPN transmite ao vivo também os principais eventos esportivos do mundo, como Jogos Olímpicos, Jogos Pan-Americanos e a Copa do Mundo de Futebol. Liderados pelo jornalista José Trajano, a ESPN possui um elenco de profissionais com muita capacidade, competência e credibilidade. Através do basquete conheci alguns deles, como Cledi Oliveira, Fernando Caetano, João Palomino, Wlamir Marques e Zé Boquinha, com os quais acabamos criando laços de amizade.
Tenho também um apreço especial pelo jornalista Luciano Silva, editor de esportes da emissora, que há anos realiza um trabalho excepcional de divulgação, promoção e desenvolvimento do basquete brasileiro. Lógico que os canais Sportv e Band Sports também vêm contribuindo bastante para recolocarmos nossa modalidade entre as principais do país, mas fico imaginando o que seria do nosso basquete sem a presença da ESPN, que mesmo nos momentos de dificuldades passados nos últimos anos, sempre apoiou, incentivou e abriu espaços importantes para que nosso basquete continuasse vivo na memória de todos os seus amantes e praticantes.
A ESPN-Brasil foi uma das idealizadoras e apoiadoras da Super Copa Brasil de Basquete, realizada em 2008, e ao lado da Band Sports, transmitiu dois jogos de basquete por semana, proporcionando uma visibilidade e um retorno de mídia com números marcantes e significativos para todos os envolvidos na competição. Outro feito importante da emissora, que demonstra sua preocupação social, foi a criação da Caravana do Esporte, que já atendeu mais de noventa mil crianças da rede pública de ensino, contando com a participação de mais de onze mil professores de quinze Estados do país. Sua marca sempre foi de um jornalismo independente, que analisa o esporte com imparcialidade, sem ufanismo, com coragem e liberdade, não tendo compromissos escusos com qualquer entidade ou pessoa, priorizando somente seus assinantes.
Todos somos testemunhas da importância do trabalho que a ESPN vem realizando em prol do basquete. Não é um trabalho simples e fácil, mas é feito com muita dedicação, empenho e abnegação ao basquete brasileiro, é o que percebemos sempre. Quantos momentos de emoção, alegria e tristeza já foram proporcionados pelas suas transmissões aos amantes do basquete, sem contar a promoção de debates, com temas polêmicos, dando oportunidade para que críticas e sugestões fossem apresentadas, sempre com a intenção de procurar caminhos e soluções para melhorar nossa modalidade. Por tudo isso, a ESPN-Brasil se tornou com o passar dos anos um dos canais esportivos mais importantes do país, de todos os esportes, mas em especial, para o basquete brasileiro.
Marco Antonio Aga.
September 27th, 2009 by aga
A primeira edição dos tradicionais Jogos Abertos do Interior aconteceu em 1936, na cidade de Monte Alto. Com o passar dos anos o evento se tornou a maior competição esportiva amadora da América Latina. A 73ª edição dos Jogos Abertos do Interior, denominado Horácio Baby Barioni acontecerá de 06 a 17 de outubro, na cidade de São Caetano do Sul. O evento é promovido pela Secretaria do Esporte, Lazer e Turismo do Estado de São Paulo, em parceria com a cidade sede. As vinte e quatro modalidades são disputadas anualmente por mais de duzentas cidades do Interior de São Paulo e aproximadamente quinze mil atletas. Os principais veículos da imprensa esportiva dão uma cobertura excepcional ao evento, com destaque para a ESPN-Brasil, que há vários anos transmiti diversos jogos ao vivo, com reportagens especiais e boletins diários durante toda sua programação.
Historicamente, os Jogos Abertos do Interior conta com um acervo interessante e dos mais valiosos em termos esportivos porque em todas as suas edições tem a participação de equipes de alto nível, com a presença de atletas renomados ou de destaque nacional e internacional. A “Olimpíada Caipira” como é carinhosamente chamado os Jogos Abertos, tem muita história e tradição. São 73 anos de disputas, confrontos, rivalidades e conquistas. Quero aproveitar este assunto e o momento para mais uma vez pedir a todos os políticos brasileiros que olhem com mais carinho para o esporte de sua cidade, do seu estado ou do nosso país, inclusive transformando até seus pensamentos, porque a maioria deles acha que dinheiro gasto no esporte não é investimento, mas sim despesa. Temos muitos exemplos pelo país afora que comprovam o poder do esporte em “salvar” vidas ou transformar uma cidade ou uma comunidade.
Apoiar o esporte é investir no ser humano, na sociedade, na saúde, na educação, no combate ao uso de drogas e no aumento da violência. Não canso de afirmar que o esporte é uma ferramenta fantástica para ajudar na educação e na formação do caráter de nossa juventude. Pena que nossos políticos ainda não conseguem enxergar sua real importância, mas tenho muito esperança que um dia o esporte seja colocado também como prioridade entre nossos governantes, se isso ocorrer, não resta dúvida que nossos filhos ou nossos netos viverão em um Brasil muito melhor do que o de hoje. Voltando ao assunto dos Jogos Abertos de São Caetano do Sul, a Divisão Especial do Basquete Masculino terá a participação de oito cidades, que foram divididas em dois grupos: Grupo A: Araraquara, Franca, Rio Claro e Santo Andre; Grupo B: Assis, Piracicaba, São Bernardo do Campo e São José dos Campos. As disputas do basquete acontecem de 07 a 11 de outubro.
A cidade de Assis será representada pela equipe do Assis Basket, que atualmente vem disputando o Campeonato Paulista da Divisão Especial. Nas últimas edições o Assis Basket foi campeão em 2005 (Botucatu); 3º lugar em 2006 (São Bernardo do Campo); vice-campeão em 2007 (Praia Grande); e 4º lugar em 2008 (Piracicaba). Quero terminar parabenizando a ESPN-Brasil, na pessoa do jornalista José Trajano, pela cobertura, apoio e importância que a emissora dispensa aos Jogos Abertos, colaborando de maneira significativa para que o evento se transformasse em um dos mais importantes do Brasil.
September 16th, 2009 by aga
Dia 01 de setembro comemoramos o Dia do Profissional de Educação Física. Formei em 1983 na Escola Superior de Educação Física de Muzambinho, Estado de Minas Gerais, depois de dois anos na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCC). Na década de 70 estudei no EESG Dr. Francisco Thomaz de Carvalho, mais conhecido como Instituto de Educação, na cidade de Casa Branca, cursando o primeiro e o segundo grau. Um de meus companheiros de sala de aula e de formatura foi um amigo de infância Gilberto Piovesan Filho, carinhosamente conhecido por Gilbertinho, falecido recentemente em Casa Branca, irmão do árbitro e professor de Educação Física José Augusto Piovesan Neto, considerado por muitos anos como um dos melhores árbitros de basquete do país.
Estudávamos no período da manhã, no período da tarde ou noturno eram realizadas as aulas de Educação Física em diferentes atividades ou modalidades, quando na oportunidade o professor formava as equipes de treinamentos para representar a escola nos tradicionais campeonatos colegiais. Meu professor e técnico de basquete foi o inesquecível e saudoso Professor Lauro Basile. Hoje, infelizmente, nossos educadores e governantes não dão a verdadeira importância para a Educação Física porque de todas as disciplinas do Ensino Fundamental, a Educação Física foi a que sofreu mais transformações, colocando em dúvida até mesmo a sua importância na vida curricular do aluno. Antigamente a Educação Física tinha como compromisso melhorar o desempenho físico do aluno e também descobrir novos talentos para o esporte.
Mas, a partir de 1996, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a disciplina passou a ser parte integrante da proposta pedagógica da escola, sendo realizada no mesmo período em que o aluno estuda. No meu ponto de vista, o modelo antigo era bem melhor, porque não sobrava tempo ocioso para o aluno e todos se empenhavam com muita dedicação em defender sua escola nos acirrados campeonatos colegiais. Modelo semelhante existe em vários países, principalmente nos Estados Unidos e na Inglaterra e hoje um dos pilares da educação integral é a utilização de atividades esportivas e culturais no contra-fluxo escolar. No mês em que comemoramos o Dia do Profissional de Educação Física, os políticos e as autoridades educacionais poderiam fazer uma reflexão, meditar a respeito e promover um grande debate, uma discussão, sobre qual seria o modelo ideal para a disciplina de Educação Física.
Poderíamos estudar a viabilidade de transformar todas as escolas do país em celeiros de atletas, revelando e promovendo talentos, como é feito nas universidades americanas. Seria uma verdadeira revolução no ensino e consequentemente no esporte brasileiro. Ao invés de termos que construir dezenas de penitenciárias ou instituições para atender menores infratores, nós teríamos que construir centenas de praças esportivas porque iríamos ter falta de lugar para que nossas crianças e nossos jovens praticassem esporte. Educação Física inovadora, diferente, formadora e educadora. Nossa profissão evoluiu bastante nos últimos anos em termos de organização, estrutura e moralização, temos hoje o CONFEF (Conselho Federal de Educação Física) que é representado em todo o Brasil por treze CREFs (Conselho Regional de Educação Física), órgão responsável em fiscalizar as atividades do profissional em Educação Física, zelando pela qualidade dos serviços oferecidos e em contrapartida defendendo seus direitos perante seus empregadores.
Finalizo, parabenizando o vereador Penna, líder do PV em São Paulo, pela iniciativa do Projeto de Lei que dá o nome de um logradouro no Bairro da Lapa, de Praça Rosa Branca, apelido do nosso saudoso Carmo de Sousa, que foi jogador de basquete, bicampeão mundial, graduado em Educação Física, funcionário do SESC e diretor da Federação Paulista de Basketball (FPB).
Marco Antonio Aga
September 9th, 2009 by aga
Sensacional, emocionante, maravilhoso e muito importante. Podemos resumir assim a conquista da Copa América pela seleção brasileira de basquete. Um título merecido, o Brasil venceu e convenceu. Jogamos um basquete coletivo, com uma defesa consistente e um ataque, na maioria das vezes, organizado. Agora, sem dúvida, a conquista também se deu graças à mudança de atitude de nossos jogadores em quadra. Vimos um time unido, aguerrido, comprometido e lutando bastante pelas vitórias. O basquete brasileiro está novamente no caminho certo. Liderados por Leandrinho e Anderson Varejão, jogadores da NBA, tendo ao lado Tiago Splitter, Marcelinho Huertas, Guilherme Giovannoni e João Paulo Batista, que atuam no basquete europeu, Jonathan Tavernari, que joga no universitário americano, mais Marcelinho Machado, Alex Garcia, Diego, Olivinha e Duda, que jogam aqui, nosso time demonstrou um espírito de equipe que foi de causar inveja a qualquer adversário, inclusive a nossa rival Argentina. Aliás, vencemos no basquete e também no futebol. Como diz a gíria: “fizemos barba, cabelo e bigode”. Certamente faremos uma bela apresentação no Mundial da Turquia do ano que vem e iremos lutar de verdade por uma vaga na próxima Olimpíada.
No mês que comemoramos a independência do nosso país, setembro ficará marcado também pelo inicio de uma nova era do nosso basquete, que desde a eleição do gaúcho Carlos Nunes para presidente da CBB, vem vivendo novos e bons momentos. Tivemos a disputa do primeiro NBB com muito sucesso; está em pleno desenvolvimento o campeonato paulista com muito equilibrio e rivalidade; dia 01 de novembro começa a segunda edição do NBB. A LNB (Liga Nacional de Basquete) demonstrando muita competência e organização já divulgou a tabela completa da competição. Na primeira rodada, o Flamengo, campeão do NBB 2009, enfrenta o Vila Velha Cetaf/Garoto/UVV; a equipe catarinense do Ciser/Araldite/Univille/Joinville joga contra o estreante Londrina, do Paraná; o forte time do São José/Unimed/Vinac recebe a equipe capixaba do Saldanha da Gama; Paulistano/Amil e Pitágoras/Minas jogam em São Paulo, na Capital; duas favoritas ao título, Pinheiros/Sky e Universo/BRB/Financeira Brasília, também se enfrentam na primeira rodada; e dois clássicos do Interior de São Paulo completam a rodada inaugural: Araraquara/Palmeiras x GRSA/Itabom/Bauru e Vivo/Franca x Amigão/Andorinha/Assis.
O 2º NBB têm duas novidades interessantes: uma é que cada equipe poderá ter no seu elenco três jogadores estrangeiros, a outra é que antes do play-off quartas de final, teremos um play-off entre o 5º e o 12º lugares, aumentando as chances de seus filiados participarem dos play-offs. Atualmente o NBB é o mais importante campeonato nacional realizado no país e conta com apoio da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e da Rede Globo de Televisão. Como escrevi em artigos anteriores nosso basquete está dando a volta por cima e retomando seu lugar de destaque no cenário esportivo nacional. Com 25 anos ininterruptos trabalhando com basquete, confesso que andei meio desanimado nos últimos anos com os destinos de nossa modalidade, mas sinto novamente uma grande esperança de voltarmos a ser uma referência e uma força mundial. No mês de setembro temos algumas comemorações importantes, vou acrescentar mais uma: o início de uma nova era do basquete brasileiro.
Não posso terminar sem antes parabenizar todos os meus companheiros de profissão que no dia 01 de setembro comemoraram o Dia do Profissional de Educação Física. Quero homenagear a todos na pessoa do Professor Pedro Stucchi Sobrinho, um ícone da Educação Física, residente em Campinas. Tive a felicidade, o prazer e a honra de no meu primeiro emprego, em 1981, ser seu funcionário, na Delegacia Regional de Esportes e Recreação do Estado de São Paulo.
Marco Antonio Aga
September 5th, 2009 by Jorge Kadowaki
Sem poder contar com Leandrinho machucado e ainda hesitando se seria bom colocar o também contundido Tiago Splitter, a seleção brasileira enfrentou o time da casa, Porto Rico, valendo a primeira posição na segunda fase. Com os dois times classificados para o Mundial 2010 na Turquia, a torcida local lotou o ginásio em San Juan para ver seu time vencer, porém sem levar a liderança. A vitória sobre o Brasil por 86 a 82 não foi suficiente para garantir a vantagem portorriquenha, já que era necessário vencer o Brasil por uma diferença de 6 pontos. Como a Argentina venceu o time da casa no dia anterior, havia a possibilidade de triplo empate na classificação. Esse triplo empate ocorreu e a diferença foi calculada na vantagem que cada time obteve nos confrontos diretos.
O jogo
A partida começou muito bem para o Brasil. Um primeiro quarto dominante, mesmo sem jogar um basquete fora-de-série o time brasileiro chegou a abrir uma boa vantagem que logo seria superada pelos donos da casa no segundo quarto. As ausências de Leandrinho e Splitter no quinteto inicial fizeram o Brasil perder muita força na entrada do garrafão e até na agilidade na troca de bolas. Ainda assim, Marcelinho Machado (15) e Guilherme Giovannoni (11) tiveram uma boa pontuação final.
Mostrando muita raça, Tiago Splitter foi para o sacrifício e deu o suporte que o time precisava embaixo da cesta, sendo o único do banco a entrar em quadra, numa estratégia até então não adotada pelo time de Moncho que vinha dando bastante oportunidade. Obviamente, com um jogo duro como foi, alguma vez seria necessário tirar o máximo do quinteto inicial. Junto com Anderson Varejão, Splitter foi um dos principais pontuadores do time, com 19 pontos. Varejão foi o grande destaque do time, sendo essencial nos momentos em que mais se necessitou de um líder e terminou com 22 pontos.
Além dos desfalques do time, a partida apresentou uma inusitada quantidade de faltas técnicas do Brasil. Com duas, o técnico Moncho Monsalve foi expulso do jogo. O terceiro quarto que poderia ser de um reequilíbrio para o Brasil, acabou se tornando um pesadelo, tendo os donos da casa aumentando a diferença para 19 pontos. Tal vantagem foi obtida graças ao bom desempenho de 3 pontos do reserva Vassallo e da grande atuação da dupla Ayuso e Arroyo.
Ainda assim, no último período o time brasileiro se uniu e conseguiu o que parecia já perdido: recuperou a diferença necessária e, faltando 13 segundos, Anderson Varejão garantiu a primeira posição ao acertar uma bola de três, quase no estouro do relógio. Antes disso, o Brasil mostrou uma atitude de time grande ao enfrentar o time portorriquenho e colocar pressão no adversário, com fortes contra-ataques e jogando de forma muito concentrada, como mostrou Giovanonni ao roubar a bola do armador local e partir para a cesta pouco antes do lance final de Varejão. Com os 13 segundos finais, o time de Porto Rico ainda teria uma chance, porém foi desperdiçada na mão de Dalmau.
Resumo da segunda fase
Resultado final: Brasil joga com o surpreendente Canadá, às 19h30min, horário de Brasília. Antes, Porto Rico vai tentar a revanche contra os argentinos que se superaram no meio do torneio, mostrando a tradicional raça dos nossos vizinhos. Falando em surpresas, pessoalmente acreditava que o time da República Dominicana seria o quarto representante no mundial, mas a derrota no jogo decisivo para os canadenses por 80 a 76 acabou com as esperanças do time. O Uruguai também poderia ter sido um concorrente, porém ao perder para o fraco time do Panamá na penúltima rodada os sonhos ficaram todos guardados na disputa final contra a Argentina que também precisava vencer. Mesmo jogando com muita vontade, não deu para vencer os argentinos que garantiam a vaga com um placar de 73 a 66. Mais uma vez, o destaque foi o grande Luis Scola que provavelmente será eleito o melhor do torneio e que segurou a reação uruguaia no fim do jogo.
Mesmo desfalcado, o Brasil mostrou ontem um jogo que não se via há muito tempo e vem mostrando uma atitude que já estava quase esquecida pelos fãs de basquete no país. Com a chegada das semis e a final no domingo, parece bastante claro que a vantagem agora é do time argentino que encontrou o jeito certo de jogar e está num ritmo muito bom. Ainda assim, a reação do nosso time sem Leandrinho pode alimentar esperanças de uma grande fase final. Moncho já deixou claro que não vai sacrificar os nossos destaques já que o principal foi conquistado: a vaga para o Mundial do ano que vem. Força, Brasil!
September 1st, 2009 by aga
Uma reunião proveitosa no auditório do escritório de advocacia Pinheiro Neto, em São Paulo, Capital, definiu a tabela da segunda edição do NBB (Novo Basquete Brasil). A temporada começa dia 01 de novembro e se estende até maio de 2010. Para baratear custos operacionais as 14 equipes participantes foram emparelhadas em duplas: Flamengo e São José/Unimed/Vinac; Paulistano/Amil e Pinheiros/Sky; Araraquara/Palmeiras e Vivo/Franca; Amigão/Andorinha/Assis e GRSA/Itabom/Bauru; Universo/BRB/Financeira Brasília e Pitágoras/Minas; Saldanha da Gama e Cetaf/UVV/Garoto e Londrina e Ciser/Araldite/Univille/Joinville. Da temporada passada ficam de fora a Winner/Limeira e o Univates/Lajeado mas, como novidade, Londrina volta a disputar uma competição de âmbito nacional.
Com o emparelhamento, as equipes jogarão duas partidas seguidas no seu ginásio ou duas partidas fora por semana. As rodadas acontecerão na sexta feira à noite e no domingo de manhã, facilitando e barateando as despesas estruturais das equipes participantes. Outra novidade é que cada equipe pode ter no seu elenco três jogadores estrangeiros, podendo com isso melhorar significativamente a qualidade técnica da competição. Antes do play-off quartas de final, acontecerá um play-off entre o 5º e o 12º lugares. Durante a realização do campeonato paulista, que termina em janeiro do ano que vem, será apenas uma rodada por semana, com jogos realizados no domingo de manhã. Atualmente o NBB é o mais importante campeonato nacional realizado no país, a primeira edição foi considerada um sucesso, terminando com uma ótima repercussão perante os esportistas brasileiros.
O evento é promovido pela Liga Nacional de Basquete (LNB), com apoio da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e da Rede Globo de Televisão, tendo como patrocinadores principais a Eletrobrás e a Spalding. Na oportunidade, além do sorteio da tabela, houve uma importante apresentação e discussão sobre a Lei Federal 11438, de Incentivo ao Esporte, criada em 2006 e implantada com muito sucesso no Esporte Clube Pinheiros e no Minas Tênis Clube. Participaram do debate os advogados do Escritório Pinheiro Neto, Adolpho de Carvalho, Ricardo Chiodaro e Felipe Rocha, o diretor do Pinheiros, João Fernando Rossi, e Deis Emilia Chaves Fonseca, coordenadora do projeto do Minas Tênis. São eventos assim que proporcionam novos rumos ao basquete brasileiro, porque a LNB, além de se preocupar com o NBB, também tem como objetivo fazer com que todos os seus filiados se tornem também fortes e influentes financeiramente.
A primeira etapa já foi vencida. Temos um campeonato com visibilidade, retorno de mídia para os patrocinadores, apoio da imprensa, credibilidade, disciplina e organização. Agora, através da Lei de Incentivo ao Esporte, temos a realizar um trabalho sério de massificação de nossa modalidade, culminando com um processo inovador de formação e revelação de novos atletas. A Liga foi fundada no dia 01 de agosto de 2008, tem apenas um ano de existência, seu primeiro presidente eleito é o empresário Kouros Monadjemi, o gerente executivo é o diretor Sérgio Domenici, sua diretoria é atuante e participativa, tudo é feito de forma transparente, democrática e séria, princípios básicos para se buscar autoridade e credibilidade.
Como afirmei em artigos anteriores, e tinha razão, a LNB está sendo o recomeço de novos e bons tempos para o basquete brasileiro. Muitas outras novidades estão por vir, todas com o objetivo de modernizar e melhorar nossa modalidade. Novamente parabenizo toda a diretoria da LNB pela sua primeira gestão. Tenho orgulho de participar deste novo momento do basquete brasileiro. Oxalá todas essas novidades sejam coroadas com uma participação de destaque no Mundial da Turquia e com a conquista de uma vaga para a próxima Olimpíada.
Marco Antonio Aga